Para entender as longas filas que se formam para conseguir um dos acessórios Hermès é necessário entender como é feita sua fabricação. Em um mundo que privilegia o fast fashion, a grife segue na contramão e aplica o mais alto significado da palavra luxo.
O trabalho dos artesões da grife dão origem a, no máximo, duas bolsas por semana, dentre elas as adoradas Birkin e Kelly. Tudo é feito no ateliê Hermès em Pantin, França.
Detalhe: nenhum artesão completa o trabalho do outro, todos participam do processo do início ao fim e às vezes até levam seus instrumentos para casa.
De fato, a magia não conhece horas, minutos ou segundos, não é medida pelo tempo. E essa é a arte que a Hermès realiza como poucos.
Veja abaixo um pouco desse processo.












Fotos: Alfredo Piola, Jérôme Galland, Lucie and Simon – Hermès







































